Home Data de criação : 09/07/05 Última atualização : 09/07/17 02:36 / 13 Artigos publicados
 

Teatro

.  (Teatro) escrito em domingo 05 julho 2009 20:08



 

 

Professor de Dança Teatro, Jazz, Passarela e Diretor Coreográfico.
Experiência em produções de desfiles de moda, coreografias de musicais, peças teatrais e apresentações isoladas de dança.
Produções de desfiles de moda e concursos de beleza.
Trabalhos como ator em peças teatrais e curtas.
Também atuo como Designer de Interiores tanto em projetos residênciais como comerciais.

Direções Coreográficas em 2009:
Espetáculo "Divas Pop"
Espetáculo "Broadway's "

Direções Coreográficas em 2008:
Espetáculo "Eternamente Cabaret"
Desfile "Recriarte Moda"
Espetáculo "Tributo a Madonna"

Direções Coreográficas em 2007:
Espetáculo "Uma favela chamada México 70"
Espetáculo "Amores de Shakespeare"
Espetáculo "E viveram felizes...Para sempre???"
Coreografia do Concurso Chefes de Torcida U.S.A.

Direções Coreográficas em 2006:
Coreógrafo voluntário do Projeto Escola da familia.
Espetáculo "Champanhe"

Moda:
Professor de passarela, etiqueta social e pesquisa de moda para Elite Model´s - 2008.
Coreógrafo do "Desfile Recriarte Moda" com direção de Regina Catellani - agosto/2008.
Produtor de Desfiles de Moda em São Caetano do Sul - 2006/2007.
Coreógrafo do Desfile Fashion Mercedes-Benz - 2005
Coreógrafo e criador do grupo World Fashion, grupo de modelos e manequins do ABC Paulista - 2005

Cinema:
"No Angel's", Participação como ator e dançarino, personagem "Erus"

TV:
Propaganda Renault, participação como dançarino.
Programa Muvuca Rede Globo(Regina Casé), Participação como dançarino.
Propraganda Festival da Primavera São Bernardo do Campo, participação como dançarino e modelo.
Programa H Rede Bandeirantes(Luciano Huck).

Projetos Designer de Interiores:
Lanchonete Casas Bahia São Caetano do Sul, nov/2005
Quarto Casal (Apartamento) Tatuapé, mar/2005
Quarto Solteiro (Residência) Santo André, dez/2004
Escritório (Residência) Santo André, dez/2004
Projeto Residencial São Caetano do Sul, set/2005
Sala de estar (Residência) São Caetano do Sul, fev/2006

Artes Plásicas:
Quadros em tinta acrílica, tinta óleo e colagens.
Trabalhos em arte digital. Bunner's, Flyer's, etc

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Ensaios Espetáculo E viveram felizes...Para sempre???  (Teatro) escrito em domingo 05 julho 2009 23:10

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Eternamente Cabaret  (Teatro) escrito em domingo 05 julho 2009 23:13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Espetáculo Amores de Shakespeare  (Teatro) escrito em segunda 06 julho 2009 02:53

 

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O Teatro  (Teatro) escrito em domingo 12 julho 2009 01:45

O teatro é uma arte em que um ator, ou conjunto de atores, interpreta uma história ou atividades, com auxílio de dramaturgos, diretores e técnicos, que têm como objetivo apresentar uma situação e despertar sentimentos no público. Toda reflexão que tenha o drama como objeto precisa se apoiar numa tríade teatral: quem vê, o que se vê, e o imaginado. O teatro é um fenômeno que existe nos espaços do presente e do imaginário, e nos tempos individuais e coletivos que se formam neste espaço. O vocábulo grego Théatron estabelece o lugar físico do espectador, "lugar onde se vê". Entretanto o teatro também é o lugar onde acontece o drama frente aos espectadores, complemento real e imaginário que acontece no local de representação. Ele surgiu, supõe-se, na Grécia antiga, no século IV a.C..

                   Teatro no Brasil

Ver artigo O teatro no Brasil surgiu no século XVI, tendo como motivo a propagação da religiosa. Dentre uns poucos autores, destacou-se o padre José de Anchieta, que escreveu alguns autos (antiga composição teatral) que visavam a catequização dos indígenas, bem como a integração entre portugueses, índios e espanhóis. Exemplo disso é o Auto de São Lourenço, escrito em tupi-guarani, português e espanhol.

Um hiato de dois séculos separa a atividade teatral jesuítica da continuidade e desenvolvimento do teatro no Brasil. Isso porque, durante os séculos XVII e XVIII, o país esteve envolvido com seu processo de colonização (enquanto colónio de Portugal) e em batalhas de defesa do território colonial. Foi a transferência da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, em 1808, que trouxe inegável progresso para o teatro, consolidado pela Independência, em 1822.

O ator João Caetano formou, em 1833, uma companhia brasileira. Seu nome está vinculado a dois acontecimentos fundamentais da história da dramaturgia nacional: a estréia, em 13 de março de 1838, da peça Antônio José ou O Poeta e a Inquisição, de autoria de Gonçalves de Magalhães, a primeira tragédia escrita por um brasileiro e a única de assunto nacional; e, em 4 de outubro de 1838, a estréia da peça O Juiz de Paz na Roça, de autoria de Martins Pena, chamado na época de o "Molière brasileiro", que abriu o filão da comédia de costumes, o gênero mais característico da tradição cênica brasileira.

Gonçalves de Magalhães, ao voltar da Europa em 1867, introduziu no Brasil a influência romântica, que iria nortear escritores, poetas e dramaturgos. Gonçalves Dias (poeta romântico) é um dos mais representativos autores dessa época, e sua peça Leonor de Mendonça teve altos méritos, sendo até hoje representada. Alguns romancistas, como Machado de Assis, Joaquim Manuel de Macedo, José de Alencar, e poetas como Álvares de Azevedo e Castro Alves, também escreveram peças teatrais no século XIX.

O século XX despontou com um sólido teatro de variedades, mescla do varieté francês e das revistas portuguesas. As companhias estrangeiras continuavam a vir ao Brasil, com suas encenações trágicas e suas óperas bem ao gosto refinado da burguesia. O teatro ainda não recebera as influências dos movimentos modernos que pululavam na Europa desde fins do século anterior.

Os ecos da modernidade chegaram ao teatro brasileiro na obra de Oswald de Andrade, produzida toda na década de 1930, com destaque para O Rei da Vela, só encenada na década de 1960 por José Celso Martinez Corrêa. É a partir da encenação de Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues, que nasce o moderno teatro brasileiro, não somente do ponto-de-vista da dramaturgia, mas também da encenação, e em pleno Estado Novo.

Surgiram grupos e companhias estáveis de repertório. Os mais significativos, a partir da década de 1940, foram: Os Comediantes, o TBC, o Teatro Oficina, o Teatro de Arena, o Teatro dos Sete, a Companhia Celi-Autran-Carrero, entre outros.

Quando tudo parecia ir bem com o teatro brasileiro, a ditadura militar veio impor a censura prévia a autores e encenadores, levando o teatro a um retrocesso produtivo, mas não criativo. Prova disso é que nunca houve tantos dramaturgos atuando simultaneamente.

Com o fim do regime militar, no início da década de 1980, o teatro tentou recobrar seus rumos e estabelecer novas diretrizes. Surgiram grupos e movimentos de estímulo a uma nova dramaturgia.

 

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